Olhe fundo nos olhos na face do Amado: acima dos olhos erguem-se arcos mais belos que os portões da Kaaba – Sufi

Ó profeta, sobre o mundo o estandarte avassalador da sua alma

Se desfralda…

Testemunhe como a sua religião se espalha, até a Pérsia e Arábia

É levada.

Seus lábios abrem como botões de flor, e fluem suas sábias palavras,

Não apenas para humanos, mas os pássaros cantam no jardim sua dourada

Melodia.

O você, cuja beleza eu com grande felicidade testemunho, é berdade

Que a Natureza nunca criou tal jovialidade: beleza a

Ser amada.

Tal amabilidade me aprisionou, tão bem que eu de bom grado, pacientemente

Trilho o caminho da renúncia…. vou para onde seus pés

São levados.

Mas como nego a alegria do meu pobre coração, ou desisto da tristeza

Que acalento… pois a crueldade do amor do meu coração aflito

Lentamente sangrou.

Veja em que ferimentos flui o sangue escarlate, mas de onde fragrantes

rosas nascem, espinhos perfurando meus pés caminhantes rosas

Tornando-se.

Oh, Makhfi, se o sentinela da Kaaba fechar a porta diante de si,

Não reclame… você tem um lugar mais santo, nunca tema

Ser desdenhada…

Olhe fundo nos olhos na face do Amado: acima dos olhos erguem-se arcos

Mais belos que os portões da Kaaba: curve o coração, uma passagem ao Amigo,

Em seu lugar.

 

-Makhfi

Por que, com todos seus argumentos, homens sábios questionam Deus, se Ele mostra Sua infinita compaixão… Sua Piedade. – Makhfi

Nossos caminhos nunca levaram ao jardim da realização e nossos

Famintos

Olhos nunca sorveram do Seu rosto bem aventurado… e nem uma vez

O vimos!

E… como as minhas lágrimas caíram como chuva torrencial e suspirei

E pensei que então todos os meus desejos insatisfeitos…

Lembranças

Em vão remorso, conjuravam aquele jardim em que nos encontramos,

Mas… onde agora não mais nos encontramos, digo a esse coração com

Agonia.

O que tenho a ver com essa rica mansão? Larguei fortuna

E tudo no mundo que dizem valer a pena

Ser…

e… durante este dia da minha humildade, a mim tão preciosa

como o vinha aos soberanos, seguro a taça do meu destinho

Firme.

Não se desespere, Ó Makhfi, apesar de grama alguma nascer

Neste deserto regado pelas suas lágrimas que correm pela

Noite.

Por que, com todos seus argumentos, homens sábios questionam

Deus, se Ele mostra Sua infinita compaixão… Sua

Piedade.

 

-Makhfi