04 de fevereiro: Deus e o Sofrimento – meditação diária matinal

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Suportar os golpes da vida com firmeza e calma é experimentar a plenitude de uma serenidade inigualável.

Não devemos convidar o sofrimento, longe disso. Mas, se ele vier, devemos ver nele a existência de Deus. Se não separarmos Deus do sofrimento, o nosso alento-vida e a Compaixão de Deus encontrar-se-ão. De contrário, não permitiremos que a Compaixão de Deus toque o nosso alento-vida, não veremos a existência de Deus em tudo. Dizemos que Deus está em tudo. Se Deus está em tudo, não estará também no sofrimento? Deus não estará na frustração? Será que Deus é tão fraco que fica, somente, no Céu e não na nossa existência Terra-limitada, cheia de dor? Quando sofremos, lá está Deus. Temos de ver a Sua Face e não a face do sofrimento que nos tortura. Se pudermos fazer tal coisa, se pudermos ver a Face de Deus em tudo, veremos que o sofrimento e a frustração não podem existir. Têm de ser transformados em alegria, alegria constante, porque o nosso doce Pai, o nosso afetuoso e compassivo Pai está presente em tudo, para nos proteger e salvar.

Não evite

Mas, transforme

As coisas que necessitam de transformação.

 

Do livro de Sri Chinmoy, A Jornada Alma da Minha Vida – Meditações diárias para inspirar as suas manhãs em todos os dias do ano. 

 

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